Inteligente e preguiçoso
Com o início do novo ano escolar vai de novo repetir-se muitas vezes pelas escolas dos vários ciclos a frase: “É inteligente, mas não estuda!”. Perguntam-se os pais, os professores e educadores: o que fazer para ajudar os jovens a libertarem-se da preguiça escolar?
Está provado, pela experiência e pelas leis da psicologia, que não produz grande efeito lembrar as vantagens futuras do estudo. Há que ter em conta uma lei psicológica sobre a teoria da motivação, segundo a qual uma vantagem exerce menos efeito no comportamento presente, quanto mais tarde se verifica e quanto mais é desconhecida.
Por isso, há que procurar vantagens mais imediatas, ainda que não sejam materiais. Cada acção positiva dos filhos, merece ao menos um sorriso e o brilho dos olhos dos pais, pois tantas vezes os educadores só intervêm quando há problemas…
Não nos iludamos: as punições, o estabelecer limites, a correcção … são necessários, sem eles não se educa. Mas são ainda mais imprescindíveis da parte dos pais e dos educadores o interesse, o louvor, o apreço, a alegria … N.M.
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